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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Olhando pela janela á fora;

Vejo e desejo a liberdade que me faz sonhar.

Admiro o canto de um pássaro uma brisa por passar.

Sorrio e deliro o desejo que me faz se entregar;

De querer viajar.


Olhando pela janela á fora;

Vejo e desejo fazer historia de trazer tantas memórias.

Admiro as belezas naturais, belezas locais.

Sorrio e deliro com as ondas do mar que me faz se entregar;

De querer alguém pra amar.


Olhando pela janela á fora;

Vejo e desejo cantar meus versos, prosear estórias.

Admiro a moça passar, no seu jeito de me olhar.

Sorrio e deliro nas suas curvas que me fazem a desejar;

De querer ela pra amar.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Teatro da vida

O mar se agitou,
as cortinas se abriram.
Castelos de areia desfeitos,
não existe mais rei.

Destinos traçados,
um mundo acabado.
Lá vem os barcos
com seus soldados armados.

Uma fúria indomável,
por um povo mal amado.
Requícios e fragmentos
de vidas acabadas.

A verdade vem a tona,
o ódios queima como o
fogo entre crianças.
Não há mais o que fazer.

O teatro torna-se falho,
As cortinas se fecha,
porque não importa o que
eu faça vai sempre faltar um pedaço .